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DAE IRÁ MONITORAR AS REDES DE ÁGUA PARA AVALIAR INCRUSTAÇÕES

As redes de abastecimento de água do município passarão a ser monitoradas com câmeras de alta resolução que irão avaliar as condições internas e os índices de incrustações das tubulações. Bauru é a primeira cidade do estado de São Paulo a receber a tecnologia.

Através do registro das imagens, capturadas por um cabo de fibra ótica, será possível comprovar a eficácia do produto químico ortopolifosfato, aplicado na Estação de Tratamento de Água (ETA) desde 1998 para impedir o acúmulo de ferro e manganês nas redes, com intuito de minimizar a corrosão e controlar a cor e turbidez da água. Apesar de não causar nenhum problema à saúde, a presença desses metais pode provocar coloração amarelada na água, dependendo das concentrações.

A primeira microfilmagem foi realizada nesta quinta-feira, 05/06, na rua Nicola Constatino, quadra 02, na Vila Popular. O serviço, que não terá nenhum custo adicional para o DAE, foi executado por técnicos da Tecniágua Soluções em Tratamento de Água (Colombo-Paraná), contratada para o fornecimento do ortopolifosofato. O presidente Giasone Cândia, o diretor de Divisão de Produção e Reservação de Água, José Brazoloto, o diretor de Serviço da ETA, Joaquim Pereira e a técnica em química, Aline Rocha acompanharam os procedimentos.

Ao verificar pessoalmente uma parte da tubulação que recebeu o produto químico durante 16 anos, o diretor técnico da empresa, engenheiro químico Rogério Joroski, revelou que o ortopolifosfato está sendo bastante eficiente no tratamento de água do município. "As paredes dos tubos não apresentam grandes incrustações e a tendência é que com esse monitoramento elas possam diminuir ainda mais, possibilitando maior diâmetro interno da rede e, consequentemente, maior fluxo da água. Além disso, o produto reagindo de forma positiva ainda evita que trechos das redes sejam substituídos", explicou.

A empresa vai apresentar ao DAE um relatório detalhado sobre esta ação. A cada 90 dias serão monitorados novos pontos da cidade abastecidos pela ETA.


Qualidade da água

O laboratório de água do DAE realiza diariamente acompanhamentos do processo de tratamento, análises físico-químicas e bacteriológicas, de acordo com a Portaria 2914/11 do Ministério da Saúde, que estabelece o controle da água produzida e distribuída para o consumo humano. A legislação define ainda a quantidade mínima, a frequência em que as amostras de água devem ser coletadas e os limites permitidos.

Em atendimento às exigências determinadas, a autarquia coleta na ETA, que abastece aproximadamente 40% da população, a cada 2 horas, uma amostra de água bruta, decantada, filtrada e tratada (com cloro e flúor) no intuito de analisar parâmetros como a cor, turbidez, temperatura, PH, flúor e cloro. Já a análise bacteriológica para água potável é realizada a cada vinte quatro horas.

Mensalmente também são realizadas 688 análises incluindo água da ETA, dos poços e do Distrito de Tibiriçá. Desse total, 236 são pontos de consumo da cidade, coletados diretamente na rede de distribuição (cavalete), que inclui escolas municipais, postos de saúde e residências.

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Assessoria de Imprensa - DAE/Bauru


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